Comentários
Abaixo estão comentários enviados por leitores do blog e dos jornais onde as crônicas foram publicadas.
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1) Em cartas do leitor do Jornal O Tempo, BH, 22Jan09 – André R. Mendonça (Nova Lima-MG) Assim como Hamilton Bonat (Opinião, 20.1) pergunta por que o preço da gasolina não baixa, eu também faço o mesmo. Quando escreveu que “dizem que a Petrobras é nossa”, ele tem razão. Dizem, pois ela já não é mais nossa. Ainda que o poder de decisão esteja nas mãos do Estado, mais de 60% das ações da Petrobras estão nas mãos do capital privado, graças ao ex-presidente FHC, que, com a sua política neoliberal, quebrou o monopólio da estatal.
2) Boa tarde, Exmo Sr Gen. Bonat. Há alguns anos trabalhei na casa de vossa excelência na guarda, na época soldado. A dona Norma me ajudou muito com conselhos sobre estudo, ou seja que deveria estudar para ser alguém. Hoje confesso que a ajuda da dona Norma foi mais que simples conselho. Ela me permitiu, mesmo estando na guarda, sair durante o serviço para estudar no Objetivo (cursinho da Conselheiro Nebias). Assim, consegui uma bolsa de estudos para fazer comércio exterior, curso em que já me formei. Hoje montei minha própria empresa no porto de Santos e leciono sobre logística. Também lembro da vó que morava em vossa casa, pessoa doce que sempre nos presenteava. Nunca nos deixou passar fome. Ainda tenho uma camisa que ela passou com ferro para que eu fosse estudar. A camisa acabou por ficar manchada, pois as mãos trêmulas não a permitiam certas precisões. Mas fiquei tão feliz com a gentileza que mesmo manchada a guardei para sempre lembrar daquele momento. Sempre tive saudades de vossa família que por algum tempo também foi a minha e sempre quis saber por onde e como estavam. Desta forma coloquei o vosso nome na internet e descobri a pagina já li todos os artigos. Como sugestão gostaria que falasse de política o número exagerado de deputados federais, a lentidão do judiciário, salários que são determinados pelo próprio beneficiado, e principalmente a memória curta do povo que em apenas 4 anos esquece de fatos importantes da breve historia ao invés de apontamos os ladrões quem sabe apontar os que os elegem. Sei que é um assunto cansativo, mas é a única forma de levarmos esse país para o primeiro mundo. Conscientização dos jovens é a palavra de ordem para isso. Parabéns pelo site. Estou muito feliz em encontrá-los. Mande um beijo para dona Norma e para a Vó. As tenho em meu coração. Att.- Cláudio Fernando de Aguiar (Fev09).
3) Prezado Bonat: Infelizmente é preferível ouvir os sacrilégios do ministro Otário Genro, á ser surdo. O MST é um movimento terrorista financiado pelo governo com os impostos pagos pelo povo. O pior é não enxergar nem de longe uma fagulha de luz no fim deste túnel. Hubert Jardim (06Mar09).
4) Excelente. O senhor se superou general. Nosso ministro da (in)justiça, diferentemente da tradicional estátua, deve ser caolho, zaroio ou qualquer outro designativo adequado: guerrilheiros foram mortos no Araguaia, lutavam contra a ditadura; um jornalista dissidente fuzilado em Cuba teve o que merecia porque se contrapôs ao estado de direito; Cesare Battisti e a turminha do MST mataram em legítima defesa; os quatro “seguranças de fim-de-semana” morreram porque se opuseram aos direitos do “povo”.
É assim mesmo, seguidor de uma ideologia em que assassinar é justiçar, roubar e assaltar bancos é expropriar, invadir e depredar propriedades privadas é fazer justiça social, lavagem cerebral ideológica é educação popular … melhor que edite um dicionário. Vai fazer mais sucesso que o Aurélio. Carlos Jânio (06Mar09)
5) Gostei do seu novo artigo. Sem confetes, que enfoque majestoso. Parabéns nobre e preclaro General Bonat. Abraços do Zart. (05Mar09).
6) Em cartas do leitor da Tribuna de Santos (04Mar09). Cuba e o Brasil Lamentavelmente, o general está certo! Refiro-me ao artigo “Adolf, Josef e Cesare, sejam bem-vindos”, assinado pelo general Hamilton Bonat, e publicado dia 26 de fevereiro. Ao encontro do que ali foi escrito, li, estarrecido, no mesmo dia, na “Folha de S. Paulo”, que o “nosso” chanceler Celso Amorim, em um encontro com a secretária de Estado Hillary Clinton, pediu mais compreensão do novo governo norte-americano a Cuba. É crível uma coisa dessas? Será que o sr. Celso Amorim, pago com o dinheiro dos impostos do povo brasileiro, é embaixador de Cuba? Só nos faltava essa! Pior que isso, só a devolução dos esportistas cubanos, de bandeja, a “El Comandante”. ALBERTO JORGE KAPAKIAN
7) Lembrado Gen Bonat. Como sempre, um artigo muito bem escrito e, retratando uma “infeliz” verdade “nossa”. Lamentável mesmo é constatar que tanta “gente boa” compactua com organizações desse tipo. Edília Vieira da Rosa (05Mar09)
Estimado Aluno Bonat. Sempre leio seus artigos e aproveito para comentar com filhos e netos. Agora a namorada do neto veio me fazer perguntas sobre a contra-revolução, sobre o movimento comunista internacional, sobre o Brasil no contexto, aí eu me valho de suas crônicas. Me encho pois é um meu antigo aluno que as escreve. Um grande abraço Ten Marcus (10Mar09).
9) Bom Dia, General ! Descobri o seu site através do seu artigo “Marta – Um Nome de Dama”, na revista Acontece Sul, editada aqui em Caxias pelo Paulo Rodrigues. Fiquei feliz em saber que temos uma voz inteligente e idônea para fazer frente às (ainda uso crase) palhaçadas do nosso governo federal e seus políticos vingativos, terroristas e subversivos. Espero que o Sr. continue nesta cruzada, que como já lhe disse no vídeo de despedida quando o Sr. deixou o comando do 3º GAAAe, e tendo acima de meu ombro a Bandeira do Brasil que “precisamos de homens como o Sr. “ para que este País dê certo. Um abraço ao Sr. e meus respeitos à Dona Norma e seus filhos. Fico à disposição. Corsetti (12Mar09)
10) Em cartas do leitor de A Tribuna de Santos de 17Mar09 – O general está certo. Refiro-me ao artigo “Adolf, Josef e Cesare, sejam bem-vindos”, assinado pelo general Hamilton Bonat, publicado em 26 de fevereiro (A Tribuna, página A-13). Ao encontro do que ali foi escrito, li, estarrecido, no mesmo dia, na “Folha de S. Paulo”, que o “nosso” chanceler Celso Amorim, em um encontro com a secretária de Estado Hillary Clinton, pediu mais compreensão do novo governo norte-americano a Cuba. É crível uma coisa dessas? Será que o sr. Celso Amorim, pago com o dinheiro dos impostos do povo brasileiro, é embaixador de Cuba? Só nos faltava essa! Pior que isso, só a devolução dos esportistas cubanos, de bandeja, a El Comandante. ALBERTO JORGE KAPAKIAN
11) Jornal A Tribuna- Tribuna do Leitor – 17/03/2009 Dr. Alberto. Sobre a sua carta publicada hoje na coluna Tribuna do Leitor do jornal A Tribuna, assista o vídeo http://bogdopaulinho.blogspot.com/2009/03/blog-post.html da entrevista dos boxeadores cubanos ao programa Globo Esporte, da Rede Globo. Eu não consigo entender como é que uma pequena ilha no Caribe consegue incomodar tanta gente. Abraços, Silvio de Barros Pinheiro.
12) A Tribuna – Cartas do Leitor Esta participação ocorre, apenas em função do pedido de opinião do leitor, feito pelo editor-executivo do jornal, pois é muito difícil opinar sobre matéria que é resultado de um trabalho conjunto, fruto de estudos e de estatísticas. Ainda assim, cada um de nós, leitores, tem sua própria visão sobre o jornal e sobre qual seria a sua estrutura ideal. Posso tomar por base o meu universo familiar e mostrar que, aqui, há quem leia somente a coluna social e os falecimentos, há quem se deleite e se satisfaça apenas com o caderno de esportes, enquanto eu esmiúço todo o jornal, já à noite, quando o tempo é mais farto. A meu ver, a nova estrutura do primeiro caderno ficou excelente, pecando, entretanto, pela redução do espaço dedicado à Tribuna Livre que, agora, só permitirá a participação de um colunista e pela restrição, também em função do espaço, à Tribuna do Leitor. A minha leitura do jornal diário começa pela Tribuna Livre e com ela me deleito, especialmente quando encontro um texto escrito com a sinceridade e com a clareza daqueles que nos vêm pelas mãos do General Hamilton Bonat. Depois, eu enveredo pelas linhas escritas pelos leitores, porque são elas que nos dão a amplitude de visão da maioria, nos mostram aquilo que vêem os cidadãos comuns, como nós, no seu dia-a-dia. Já era bastante triste – antes da redução deste espaço – ter de enfrentar o abuso perpetrado por representantes do poder público ou de autarquias, quando tentam, “enchendo lingüiça”, explicar o inexplicável ou justificar o injustificável. Esta é a minha opinião sincera, ainda que não muito simpática. CARLOS GAMA 26/03/09
13) ‘O livro dos chatos’ (Tribuna do leitor – 30Mar09) – Li, em 24 de março, crônica do general aposentado Hamilton Bonat, sob o título O livro dos chatos, onde ele se reporta à chatice dos livros que lê, dentre eles O capital, de Karl Marx. Esculhamba o livro A menina que roubava livros e sugere inclusive que sejam banidos e que ninguém os leia. Ora, general, outro dia li artigo seu sugerindo o extermínio da bandidagem. Não quero tornar-me chato, nem sou vermelho, segundo antigo jargão da caserna, mas o nacional socialismo, na Alemanha, começou assim. Depois, queimaram livros em praça pública e por aí foi. Digo ao general que o livro em questão é uma obra de cunho filosófico que mudou o pensamento no mundo. Não deve ser tão ruim assim; compará-lo com A menina que roubava livros, de Marcus Susak, é o mesmo que comparar um fusca com um jaguar, sendo que o livro foi escrito em 1939. EVANDRO DE M. DUARTE, ADVOGADO, SANTOS
14) Caro gen Hamilton, Recebo do Cel Cicero N Fornari, suas mensagens.Continue! Mas devo lembrar ao amigo, temos de amealhar as classes ignaras. Somos a classe esclarecida, a que forma e que formará opinião aos incultos, conduzidos, ludibriados pelo “cara”. Estudei com o Marco Aurelio Ribas-engenheiro da Copel,com o Destre, Barcellos e outros colegas de turma.O Ribas era filho do Cel Ribas. Sds Patrióticas e fraternais:.Marcio Fortes – Aluno 393- não lembro o ano que sai do CMC.Engenheiro Civil e Cartógrafo, Pastor itinerante da Família. E, anti-vermes comunistas e melancias enrustidas.(16Abr09)
15) Bonat: Meus cumprimentos pelo artigo que, pelo estilo com que foi escrito, reflete uma faceta nova (pelo menos para mim) da tua linha editorial: o humor como forma de expressão (muito bem sucedida) e como reflexão no que tange à nossa situação social e política. Um grande abraço, Tercio (16Abr09)
16) O Cara e a Coroa: Não consegui fazer comentário no site, mas não poderia deixar de expressar-lhe congratulações pelo texto. Obrigado por compartilhar. Romeu (02Mai09)
17) Sobre a crônica “O Cara e a Coroa” – Texto primoroso. Muito bom. Parabéns. Raquel Bussinger (04Mai09)
18)Prezado, Sr. Hamilton. Meu pai, Dr. Mathatias Bussinger , Juiz de direito, Professor universitário,Grão Mestre da Maçonaria do Brasil… sempre nos ensinou que a melhor e mais rica herança que um pai pode deixar aos seus filhos é a educação. Dizia ele que é a única coisa que ninguém pode nos tirar. Muito interessante a cronica. Parabéns. Raquel Bussinger (15Mai09)
27) excelente seu texto! o que se pode fazer a mais além de reclamar?
resposta: votar bem. como se melhora a qualidade dos votos?
educação…. e por aí vai, numa ciranda sem fim num pais assaltado por esta quadrilha que está no poder. Sylvia Loeb Sobre: “Nunca minta para um leão“. – 31 de agoasto de 2009
30) Cartas do leitor. Jornal O Tempo. Jardim Bernardo dos Santos 29/09/09Feliz da vida por ver que velhos camaradas, em que pese passarem para a reserva, não silenciaram a voz da caserna que insiste em modular canções nacionalistas, em defesa de todos nós brasileiros, tão sofridos e desassistidos por aqueles que elegemos com essa finalidade. Nossos heróis morreram todos e o restante de nossos símbolos nacionais e vozes que os representam, cada vez mais são desconsiderados, quando não pisados, nocauteados e jogados ao rés do chão. Vez por outra, levanta-se uma voz no Norte, no Sul, ou alhures, os ícones no Senado ou na Câmara, são vozes cada vez mais isoladas, pregando no deserto. O texto publicado nos trouxe alento, reacendeu minhas esperanças de que nem tudo está perdido e ainda pode acontecer o milagre de uma reação, nem que seja pelas urnas em 2010, desde que consigamos suplantar os milhões de eleitores dos bolsas tais e tais. … Não permita Deus que eu morra (canção do Expedicionário) sem que eu possa ver esse tão esperado acontecimento. Abraços respeitosos.
31) De Alvino Brugalli – Caxias do Sul, 05Out09 Meu caro amigo
Acabo de ler, no Tempo Todo, sua crônica ” Escreva um livro e saiba quem é seu amigo” e, é forçoso confessar, o chapéu serviu como uma luva!
Assim como está na crônica que ” antiguidade é posto”, talvez “explico mas não justifico”. Honrado com seu convite, não comparecí. A verdade verdadeira é que, aos 78 anos invernos, não dirijo mais a noite, especialmente com chuva e aquela foi uma noite de dilúvio. Noé, o da arca, que o diga.
A estas alturas já não integro o grupo dos BONS, porque como dizia meu suadoso amigo Adelar Nora, ” Bom é o cara que corre lebre, sem cachorro, morro acima, de tamanco, em terra lavrada e em dia de chuva”. Ora, dia 10 de setembro não tinha lebre, mas tinha livro. Não tinha terra lavrada mas tinha um cronista, embora fosse morro acima e em noite de chuva. Eu, que não tenho cachorro, acabei fazendo uma cachorrada…
Por favor, aceite minha explicação e mantenha meu nome no rol de seus amigos, mesmo que seja como nas turmas das escolas militares que elencam os aprovados por ordem de mérito e o último é precedido de um fatídico e….
Um renovado abraço de seus amigos…… e Alvino Brugalli
32) De Gustavo Silva, em 20Out2009
Prezado General Bonat:
Um primor de delicadeza e observação a crônica “No tempo das aeromoças”, que em alguns momentos me lembrou escritos de Rubem Braga, o maior dos nossos cronistas. Meus parabéns.
Aeromoças ! Nunca me cansei de admirar-lhes a correção profissional, a elegância de gestos e atitudes, a apresentação impecável e a paciência para com os passageiros, fossem quais fossem. Hoje chamadas “comissárias de bordo”, creio que a denominação mudou porque a idade delas também aumentou. Outro dia, no Aeroporto Tom Jobim a esperar minha filha que chegava, fiz uma dolorosa constatação: algumas comissárias poderiam perfeitamente ser chamadas de “aerovelhas”, como sugeriu certa vez o implacável Stanislaw Ponte Preta.
Cordialmente
Gustavo Silva
33) De José Carlos Watada – Curitiba, 23Out09
Olá! Só queria parabenizá-lo pela próspera carreira militar. Sou o soldado Watada que prestou serviço no ano de 1972, no 5º GACAP, de Curitiba e que lhe entregou, cerimonialmente, a estrela de 2º tenente(lembra?). Abraços José Carlos Watada