O 7 de Setembro na boquinha da garrafa (clique)

“Por sua imensidão – que é um presente da natureza – o Brasil é belo e forte, comparado a um gigante destemido. Essa grandeza toda se projeta como esperança de um grande futuro.” Assim explicou Marcelo Franz, professor de letras da PUC-PR, em matéria da Gazeta do Povo de hoje, uma das estrofes do Hino Nacional. Segundo ele, o que o difere do hino de outros países é o fato de enaltecer as belezas naturais do Brasil e não o espírito guerreiro. Mesmo assim, muita gente prefere a sanguinária Marselhesa… Fazer o quê?

A letra de Joaquim Osório Duque Estrada foi escrita logo após a proclamação da República, quando, definitivamente, rompemos nossas amarras com Portugal.

Na mesma matéria, outro professor, este da UFPR, diz que a letra é “empolada” e que ninguém entende absolutamente nada. Ora, caro professor, “desempolar o que parece empolado” não seria missão dos professores, como bem demonstrou o seu colega Marcelo?

Tudo bem que ele seja doutor em letras, mas bem que os de História, como o senhor, poderiam dar uma mãozinha! Ou o senhor também prefere a Marselhesa, cuja letra, certamente, é ainda mais ignorada pelos brasileiros? Ou, quem sabe, sua preferência não recaia sobre um hino à base do “boquinha da garrafa”? Aí talvez todo mundo iria compreender e entenderia melhor aonde o senhor parece querer nos levar: cada vez mais ao fundo do poço.

Apesar de estarmos contaminados pelo “nunca na história deste país” de um influente ex-presidente, não podemos esquecer que Pátria é, acima de tudo, continuidade histórica. Não temos o direito de esquecer das pessoas que já andaram por aqui, enfrentaram muita dificuldade, sofreram, trabalharam e até foram mortas, para que a nossa vez chegasse.

Pois essa gente não merece ser esquecida, muito menos considerada “empolada”. Com os poucos meios e conhecimentos que dispunham à sua época, parece que foram mais dignos do Brasil do que os da nossa geração.

Que história deixaremos como legado. A da “boquinha da garrafa”? Que julgamento os nossos bisnetos farão da nossa geração?

No ano em que comemoramos 192 de independência, ainda não conseguimos nos livrar de fortes influências externas. Quem passou antes de nós fez o possível, às vezes mais do que pôde. Por isso, eles não podem ser esquecidos.

Também não podemos esquecer que esta “Terra adorada/Entre outras mil/És tu, Brasil/Ó Pátria amada!”, ou, se preferirem: “Entre tantas outras que há no mundo, a terra que amamos é o Brasil”. Ao menos, deveria ser… Afinal, o Brasil é a nossa casa!

35 Respostas para “O 7 de Setembro na boquinha da garrafa (clique)”

  1. Johnson Diz:

    Parabéns pelo seu texto.
    Um abraço.
    Johnson.

  2. Marcelo Maia Chiesa Diz:

    Excelente, General!Vou copiar e postar, com sua permissão!

  3. Paulo Cesar de Castro Diz:

    Estimado amigo,
    Confirmo o que adiantei por email: “vim, vi e gostei!”
    Aplausos efusivos e vibrantes. Não ao/aos “boquinha/s da garrafa”.
    Gen Castro

  4. EDMAR LUIZ KRISTOCHIK Diz:

    Brasil! Acima de tudo.

  5. Paulo Cesar Diz:

    MB,Bonat. Depois que a Marina for eleita e com seus planos mirabolantes, talvez todos os brasileiros consigam entender a letra de nosso Hino. Talvez ela continue sem entender!!!
    Abração.

  6. Alfredo Cherem Filho Diz:

    Meu Caro General
    Estamos vivendo uma época de falta de respeito aos nossos valores mais sagrados, fruto de uma uma corja de mentirosos e corruptos que tomaram de assalto o poder com promessas que o nosso povo deseja ouvir, no entanto acho que democracia em nossa pátria não é exercida em sua plenitude, pois a cultura que deveríamos ter para votar corretamente não a temos, se um professor fala isto de nosso hino que dirá seus alunos, estou enxergando um futuro convulsionado, acho que a ordem estará comprometida, mas como Deus é brasileiro, nos deu um Exército deste quilate, que certamente agirá na hora certa.
    Um Forte Abraço, obrigado pelo envio.
    Alfredo 07.09.14

  7. bonat Diz:

    Prezado amigo Gen Bonat,

    Meus cumprimentos por mais uma das suas brilhantes e inteligentes crônicas, sempre ben-vindas e apreciadas, desta vez. de forma patriótica e vibrante, dedicada à data em que se comemora a nossa Independência.

    Aquele infeliz personagem citado em sua crônica, símbolo do que há de mais abjeto, vil e corrupto em nossa vida política, autor da frase “nunca antes neste país”, também disse que “o Brasil não tem heróis”. Esta última encontra respaldo na sua ignorância de semi-analfabeto, pois certamente desconhece, por não haver lido os livros de História e nunca ter ouvido falar sobre as excelsas virtudes dos nossos Patronos e heróis da Guerra do Paraguai – Caxias, Sampaio, Osório e Mallet – ou da II GM – Ayrosa, Sizeno, Rezk, Max Wolf e tantos outros, condecorados por bravura frente ao inimigo, inclusive pelo Cmt do 5o. EX USA, ao qual a FEB era subordinada. Certamente, para ele, “heróis” são aqueles que traíram a Pátria e tentaram, pela luta armada, subjugar-nos ao regime comunista e cujos nomes me abstenho de citar por me causarem asco e nojo.

    As próximas eleições ainda me deixam um resquício de esperança de que a praga lulo-petista-cubano-bolivarianista-comunista possa ser varrida de vez do país, embora a alternativa não seja tào promissora como deveria, em face dos candidatos que se apresentam. Caso a atual presidANTA vença e aquele personagem macabro consiga emplacar seu 4o. mandato (já que ele é realmente o presidente de fato do país), o que comprovaria cabalmente aquilo que vem sendo exaustivamente afirmado sobre a violação prévia das urnas eletrônicas e adulteração dos seus resultados, só haverá uma solução possível para as duas alternativas que se apresentam: ou as FFAA assumem de vez o seu papel constitucional de guardiães da liberdade e da democracia em nosso país ou então abdicam totalmente dessa obrigação para com o povo brasileiro e deixam o Brasil transformar-se em mais um satélite cubano na América do Sul, a exemplo do já ocorrido com a Venezuela. Bolívia e Equador.

    Embora no exterior, acompanho atentamente e imensamente preocupado, dia a dia, a evoluçào dos acontecimentos em nosso país.

    Queira Deus que o próximo ano nos reserve melhores esperanças de um porvir tranquilo para o Brasil.

    Fraternal abraço.

    Amancio.

  8. Brugalli Diz:

    Amigo Bonat. Concordo e assino embaixo, como se dizia. Concordo também e cumprimento o Amâncio que tão bem se expressa aí em cima. Para o professor citado (aquele que ganha muita grana), quero lembrar apenas um dos dez mandamentos do civismo: “Amarás o Brasil, tua pátria, com amor inteligente e forte. Inteligente, para conhecer seus problemas e grandezas; forte, para empenhar-te em prol de seu desenvolvimento e na defesa de sua soberania”. Coloco à disposição dele os outros nove, pois como os Mandamentos da
    Lei de Deus, também tem dez. Quem sabe ele tiraria de lá
    igual número de aulas de civismo para seus alunos…
    Parabéns pelo texto adequadamente publicado no 7 de Setembro.
    Brugalli.

  9. Adriano Diz:

    Sr General Bonat,
    Vou repassá-lo. Seu texto, como sempre, está além de maravilhoso comentando a beleza de nosso Hino, por uns e outros considerado ‘empolado’, ‘enrolado’, ininteligível. Já houve propostas de modifica-lo, ao gosto comunoPTista.

  10. Ariel P. da Fonseca Diz:

    Parabéns, meu caro amigo Bonat!
    Eis mais um texto inspirado, muito bem escrito e, sobretudo, patriótico, assinalando proezas da nossa História e o brilhantismo do nosso Hino, de beleza e expressão ímpares entre as nações.
    Para todos nós, um vibrante “Dia da Pátria”! Era assim que chamavam o 7 de Setembro na nossa juventude. Hoje a vibração pela Pátria está relegada ao esquecimento.
    Abraços calorosos do seu velho camarada e amigo Ariel.

  11. Salgueiro Diz:

    Prezado amigo

    Parabéns !!
    Mas … se hoje não temos com que nos orgulharmos dos que dirigem o País e decidem o que fazer, só nos resta cultuar as obras dos que nos antecederam.
    Por exemplo. Voltando aos antecedentes do 7 de setembro encontramos o trabalho magistral de José Bonifácio, político como poucos, estadista com a visão de futuro e a inteligência necessária a fazer o que devia ser feito naquela ocasião.
    A integridade territorial de nosso Brasil foi mantida graças às manobras políticas desse extraordinário brasileiro. Precisamos resgatar essa história e nela encontrar motivos para não reeleger aqueles que só querem se aproveitar das situações.
    Hoje, muito triste eu observei raríssimas bandeiras verde amarelas em nossa sacadas e varandas.
    É lamentável …
    Abs

  12. Salgueiro Diz:

    “nossas”

  13. Gabriel (Oliveira 643) Diz:

    MAIS UMA VEZ PARABÉNS MEU COMANDANTE.ALIÁS, NÃO ESTARIA NA HORA DOS HOMENS DOS “BOTÕES DOURADOS” PENSAR EM VOLTAR E DAR MAIS ALGUMAS AULAS PARA ALGUNS IGNORANTES QUE INSISTEM EM ACABAR COM O QUE SE CONSTRUIU AO LONGO DE 500 ANOS E FICAR INVENTANDO COISAS ABSURDAS COMO POR EXEMPLO INSISTIR EM FALAR A PALAVRA “PRESIDENTA”.

    FORTE ABRAÇO
    GABRIEL (OLIVEIRA 643)

  14. amaury koschinski Diz:

    Caro General e amigo: é preocupante o desrespeito atual com tudo que nossos antepassadcos procuraram com garra, luta e patriotismo consrtuiur uma nação democrártica. Infelizmente o período pós revolucionário,(se esse é esse o termo), por concessão nossa,permitiu essa inversão de valores patrióticos que paulatinamente levarão o país ao socialismo.

  15. Gustavo Rocha da Silva Diz:

    Prezado General Bonat:

    Um texto preciso e direto ao ponto. Permito-me observar que o Professor Marcelo Franz deve ter lido o que o Cel. Jarbas Passarinho escreveu há muitos anos, comparando nosso Hino nacional à Marselhesa. Segundo ele, enquanto cantamos a natureza do Brasil e lhe declaramos nosso amor, a Marselhesa é um convite a um banho de sangue.

    Há um texto de Olavo de Carvalho em que ele afirma que só nas Forças Armadas ele encontrou verdadeiros patriotas, gente que, sem ocultar um só dos nosso muitos e graves problemas, via como sua missão tentar resolvê-los. Os demais, civis como ele e eu, não só não tinham qualquer preocupação a esse respeito como troçavam (troçam ainda) do patriotismo dos militares.

    Isso vem de muito longe, mesmo de antes de 1964, se bem me lembro. E será muito difícil corrigir. Enquanto isso vamos de “boquinha da garrafa”, lamentavelmente.

  16. Juan Koffler Diz:

    Caro amigo Bonat,
    Lamento decepciona-lo (com todo respeito), mas hino é, segundo minha particular ótica, mera representação melódica de apenas um ato, extraído da larga obra pretérita de uma nação. É arte e, como tal, apenas ilustra o pensamento parabolizado dos feitos até aí registrados como heroicos, emblemáticos, retumbantes.
    Os signos da pátria de qualquer nação do mundo, só são válidos quando (e se) a sociedade, pretérita ou hodierna, demonstra respeita-los ‘in totum’, incondicionalmente, quando então deixam de ocupar o espaço inócuo da simples representatividade, para tornarem-se efetivamente o caráter e a personalidade de uma nação.
    Você lembrou muito bem o exemplo da França e sua exemplar “Marseillaise”, representativa de um período banhado em sangue inocente, nunca recuperado em feitos reais e profícuos, o que lhe retira todo seu valor.
    Como grande nação que somos, antes e acima de tudo, precisamos festejar nossa razão de ser, nossos feitos reais e efetivos – se os houverem, claro -, deixando nossos símbolos como o que realmente são: mera representação artística que, pelo andar da carruagem, nunca foram e continuam a não ser respeitados.
    Com todo respeito e admiração, do seu amigo
    Juan

  17. Reneu Diz:

    Caro amigo General Bonat:
    Endosso os comentários sobre seu artigo, todos excelentes. O 7 de setembro não é mais o mesmo. Não se ensina mais o hino nas escolas como em tempos idos. Nossa Presidenta vê-se obrigada buscar proteção junto às FFAA para desfilar nesse dia e não há lugar onde se apresente sem que seja vaiada. Está na hora de tirar esses vermelhos do poder e colocar os que ostentam e honram a bandeira verde, amarela azul e branca e o Hino Nacional volte a ser cantado por todos os que aprenderem o mesmo nos bancos escolares.
    Com sua permissão, vou copiá-lo e divulgar entre os que constam na minha lista de contatos.
    Mais uma vez parabéns pelo excelente artigo, como tantos outros.

  18. Denise Oliveira Diz:

    Excelente seu texto. A letra do nosso hino não é “empolada”, na minha modesta opinião de leiga a letra é uma declaração de amor à PÁTRIA. Sou do tempo em que todos os dias cantávamos um hino antes do início das aulas e o momento máximo da semana era no dia do HINO NACIONAL, cantado com todo respeito, amor e com o uniforme impecável. E os professores de português e educação artística sempre davam aulas de interpretação de texto para entendermos o que estávamos cantando e valorizar nosso país. Eu viajo bastante, conheço vários países na Europa e América, não troco nosso país por nenhum outro.

  19. Afonso Pires Faria Diz:

    Estamos fadados a mediocridade ou talvez abaixo dela. Com o andar da carruagem, nossos nestos estarão vendo seus filhos falarem aos urros e grunhidos. Os verbos já não são mais necessários serem conjugados pois agora eles usam “A gente”. O erudito está “demodê”. Quanto mais eles desconstruírem mais fácil de eles atingirem o poder total. Rumo ao cadafalso.

  20. Paulo Cesar Feltes Diz:

    Caro General Bonat, como sempre comentários de extrema inteligência.
    Grande abraço.

  21. Amilton Cesar Marinho Dias Diz:

    Prezado amigo Gen. Bonat.
    Tenho seus mesmos sentimentos no que se refere a evolução da sociedade. Efetivamente há mudanças significativas nesta, e onde outrora se tentava enviar uma mensagem através da música, hoje há um apelo a temas vulgares.
    É realmente uma pena, se perdeu muito em arte e em espetáculos. Se tivermos uma visão uma mais crítica das letras dos hinos brasileiros e esta que questiono, será que hoje faz sentido. “Já podeis da pátria filhos. Ver contente a mãe gentil” . Esta mãe hoje simbolizada nas autoridades que representam o País, não parece ser gentil.
    Um forte abraço.

  22. SALIM MUSSI Diz:

    o SEU TEXTOExcelente seu texto. A letra do nosso hino não é “empolada”, na minha modesta opinião de leiga a letra é uma declaração de amor à PÁTRIA. Sou do tempo em que todos os dias cantávamos um hino antes do início das aulas e o momento máximo da semana era no dia do HINO NACIONAL, cantado com todo respeito, amor e com o uniforme impecável. E os professores de português e educação artística sempre davam aulas de interpretação de texto para entendermos o que estávamos cantando e valorizar nosso país. Eu viajo bastante, conheço vários países na Europa e América, não troco nosso país por nenhum outro.

    Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,

  23. SALIM MUSSI Diz:

    Caro amigo Genral Bonat
    O seu texto como sempre exprime o que nós, brasileiros sentimos;
    Nos nossos tempos de ginásio aprendemos o latim traduzindo a letra do nosso Hino para o latim e de por na ordem direta o traduzíamos. Aquele que disse que a letra do nosso hino é “empolada” saberia por acaso fazer isso é por em ordem direta a primeira estrofe: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas. De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,” para : As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retubante de um povo heróico, ….
    Ora, devemos como grande nação que somos, antes e acima de tudo, precisamos festejar nossa razão de ser e respeitar e fazer repeitar nossos símbolos como o que realmente são.
    Com todo respeito e admiração, do seu amigo
    SALIM

  24. Rezende Diz:

    Parabéns Gen Bonat pelo belíssimo e verdadeiro texto!
    Sou suspeito de falar de sua capacidade de analises da atual situação em que se encontra a nação brasileira; Existe um Deus que está atento a tudo, e não irá permitir que a Pátria Amada caia no abismo onde os vândalos a aproveitadores se acham acima do bem e do mal.
    Com meu apreço e admiração,

    Rezende.

  25. Abreu de Moraes Diz:

    Caro Bonat

    É por isso que eu sempre digo “continue escrevendo”. Muito bem escrito e muito bem dito. Grande abraço

  26. Selvino Muraro Diz:

    Caro amigo. E urgente que os bons formadores de opiniao valorizem a historia e a construcao dos valores de uma naçao. Parabens, como sempre sua oportuna colocaçao. Um grade e caloroso abraço.

  27. Edvin Pio Rigotti Diz:

    Caro General, muitas vezes sou criticado por citar nas minhas metas políticas, assuntos como: Mais civismo, mais patriotismo e, até mesmo, a volta nas matérias escolares o estudo da OSPB, EMC,etc… Com certeza, esse professor, citado no seu texto, não passou por essa experiência didática. Valeu Cmt.

  28. anita zippin Diz:

    exemplo de humanismo e civilidade, ao defender ferrenhamente o belo Hino Nacional Brasileiro. nestes dias falei com alemão, maestro que diz ser o este Hino “empolado” para os medíocres, o mais melodioso.
    quem tem razão?fico com o maestro e sua prática.

  29. Stori Diz:

    Valeu Bonat. Um abraço.

    Stori

  30. Orivaldo Diz:

    Muito bom General. Num futuro, espero, não muito distante, a História irá demonstrar quem estava no caminho certo. Nós sabemos.

  31. Marcos Diz:

    Muito boa, como sempre transformando as letras em grandes idéias.. o que o Brasil está precisando urgente é de brasileiros de verdade!!!!!

  32. renato balen Diz:

    Parabéns, amigo Bonat!
    É de pessoas como o Sr que este país precisa. Basta acompanhar os fatos de corrupção, mensalão, escândalo da petrobrás para ver o rumo que este país está tomando. Comissão da (in)verdade que só ataca os militares e exclui os verdadeiros bandidos da época, a começar pela “presidenta”(assalto a bancos, assassinatos, roubo de armas, atentados com bombas, etc…). Há poucos dias lí que um deputado quer acabar com a gramática aceitando que as pessoas falem, leiam e escrevam da maneira que quiserem. A continuar este partido no governo não consigo imaginar onde este país vai chegar.
    um abraço do amigo r.balen e continue propagando tuas idéias.

  33. Joaquim Cardoso da Silveira Filho Diz:

    Prezado Hamilton,

    O brasileiro não é ensinado a amar o Brasil, afora poucas exceções, e o desamor, ou indiferença, reforça-se no comportamento abominável de boa parte dos que militam na política brasileira.
    A par disso, vemos hoje vicejar a cultura que o prezado amigo bem sintetizou na expressão “na boquinha da garrafa”, um popularesco boçal para o qual contribuem pseudos intelectuais. Lástimável, sem dúvida, e seu texto oportuno, pegando gancho em bobagem proferida por um professor a respeito do Hino Nacional Brasileiro, é alento em defesa dos valores que realmente importam.
    Parabéns, meu amigo.
    Abraços,

    Joaquim

  34. ROSELENE FERREIRA Diz:

    OI AMIGO.
    BRILHANTE!!!!
    COMO SEMPRE.
    PARABÉNS.
    GRANDE ABRAÇO.
    ROSELENE.

  35. Casemiro Urbano Diz:

    Este professor que não sabe “desempolar” a letra é Petista! Pode apostar!

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